domingo, 11 de março de 2018

Sistema Toyota de Gestão - Produção

https://es.slideshare.net/robsonqsmsrs/tcnicas-de-gesto-do-sistema-toyota-de-produo-management-techniques-of-toyota-production-system







Fonte: https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/estetica/sistema-toyota-de-gestao/43871

Sistema Toyota de Gestão
 ADMINISTRACAO
É comum das pessoas cometerem erros quando se aborda a história da “administração da qualidade total” e a história do “modelo japonês de administração”. Este, erro, ocorre em virtude do modelo japonês combinar princípios e técnicas da qualidade total, da administração cientifica e das “tradições culturais japonesas”.

O desenvolvimento deste “estilo de gestão” ou modelo, como queira chamar, teve seu inicio nos anos 50, quando a economia japonesa, já comentamos aqui, estava debilitada e a TOYOTA, que na época era uma empresa de pequeno porte, produzia algo em torno de 1000 veículos por mês. Não podia fabricar mais, pois não iria conseguir vender. Este fato é totalmente diferente da situação encontrada nos anos 80 onde a Toyota produzia 1000 veículos em poucos minutos e tornou-se a terceira maior fabricante mundial de veículos, atrás apenas da GM e da Ford. (Atualmente a Toyota já desbancou a GM). Este salto deu-se em virtude da implantação de um conjunto de técnicas de produção que ficou conhecido como “Sistema Toyota de Produção”, seus princípios básicos são:

Ø Just-in-Time – sincronização do fluxo de produção, dos fornecedores e dos clientes – produzir apenas o necessário, no momento certo, evitando acumulo de estoque e desperdício.

Ø Kanban – sistema de informação visual – onde aciona e controla a produção.

Ø Muda – eliminação de todo e qualquer tipo de desperdício.

Ø Kaizen – ênfase na qualidade – através da melhoria continuada – cada indivíduo é responsável pela qualidade e pela resolução dos problemas no seu trabalho.

Estas técnicas desenvolvidas pela Toyota foram copiadas e adotadas rapidamente por outras empresas japonesas. Neste processo de propagação desse modelo, foram acrescentados outros ingredientes e conjunto de soluções, que ficou conhecido como “modelo Japonês de administração”, onde se apoia na participação direta dos funcionários no processo de decisões, negociações, objetivos e metas, o trabalho em grupo, controle exercido por meio de liderança, uma comunicação bilateral e participação nos resultados alcançados. De maneira que o planejamento seja eficiente e eficaz para se evitar o desperdício de mão de obra, recursos materiais e tempo, para que se evitem assim custos elevados de produção, que poderiam gerar perdas de mercado e desemprego.

Devemos deixar claro, que um planejamento estratégico bem definido e estruturado, proporciona maior flexibilidade para a empresa, para que ela possa identificar seus pontos fortes e usá-los para atender melhor às necessidades de seus clientes, conquistar novos clientes e penetrar até nos clientes da concorrência.

Dentre as características do modelo japonês de administração, diria que a mais se apresenta em algumas empresas brasileiras é a Just in time, onde existe a busca pela eliminação do desperdício, não só de matéria prima, mas como também de outros recursos, financeiros e humanos, e a busca pela melhora continuada.

Com relação aos desperdícios, este é um fator fundamental para as empresas em virtude da necessidade constante de se diminuir custos de produção e o melhor aproveitamento dos insumos utilizados para a manufatura de produtos.

No que diz respeito á melhora continuada, podemos partir da necessidade que se tem de satisfazer os clientes. Podemos concluir que a busca pela melhora dos processos de produção, atendimento ao cliente, vendas, pós-vendas e etc., estão integrados sem sombra de duvida com a busca pela melhora continua da empresa.

Devo chamar a atenção que muitas empresas, ainda hoje, não estão orientadas para o “cliente”, mas sim com o seu foco voltado em processos ou transações, e que nem sempre procuram se antecipar as necessidades e desejos dos clientes. Algumas empresas estão acomodadas em seu segmento de atuação, que não notam a importância que se deva dar hoje ao “feedback” dos clientes, não se apresentam flexíveis, inovadoras ou ainda, não possuem a qualidade suficiente para atender as necessidades, desejos e exigências de seus clientes





Sistema toyota de producao

https://www.youtube.com/watch?v=ylkWh0rZ9bQ



Los 14 principios de gestión de Toyota

https://www.youtube.com/watch?v=DqqdWZPc2fU


La casa del Toyota Production System

https://www.youtube.com/watch?v=zh7X4zV525M


O que é ISO 9001 e por que certificar?

O que é ISO 9001 e por que certificar minha empresa (COMPLETO)


https://www.youtube.com/watch?v=lhnO-sAuiUo

sábado, 10 de março de 2018

Gerenciamento de Exercícios ate 11-2-2018

Por favor mandar os exercícios ate a data do Dead Line. Obrigado.
O e-mail para receber os exercícios é:

usp.prat.prof.gabriel@gmail.com


PROJETO DA PRÁTICA PROFISSIONALIZANTE

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO
ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA “LUIZ DE QUEIROZ”
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS EXATAS







PROJETO DE PRÁTICA PROFISSIONALIZANTE
Convergência do Sistema Toyota de Gestão com a ISO 9001







Coordenador: Prof. Dr. Gabriel Adrián Sarriés





Piracicaba SP
Março 2017


Introdução e Justificativa:
Há diversas metodologias de implementação de Total Quality Management (TQM) que permitem aos fabricantes consistentemente projetar, produzir e entregar produtos de qualidade e serviços rentáveis. O Sistema Toyota de Gestão é considerado o melhor dos últimos sessenta anos, sendo que a Empresa Toyota foi a primeira a implantar o sistema TQM, criado por  William Edwards Deming e Joseph M. Juran (OAKLAND, 1994; LIKER, MEIER 2007). Já a norma ISO 9001 é a mais importante certificação mundial em todos os ramos de negócio (INTERNATIONAL ORGANIZATION FOR STANDARDIZATION, 2015).
Em termos mundiais, tem havido discussões acerca da convergência desses sistemas. Recentemente, foi observado que os sistemas de Gestão pela Qualidade Total e Certificação Internacional da Qualidade indicam uma tendência de convergência (LEE, MUTHUSAMY, KANTHEN, 2011).

Objetivo:
Selecionar ferramentas comuns do Sistema Toyota de Gestão e Norma ISO 9001, para serem aplicadas em organizações produtivas.
Objetivo Especifico 1: selecionar, no mínimo, 5 ferramentas comuns aos dois sistemas e que tenham alta repercussão na competitividade das organizações.
Objetivo Especifico 2: Implantar as ferramentas selecionadas em, no mínimo, uma organização.
Objetivo Especifico 3: Elaborar relatório circunstanciado enfatizando eficácia e eficiência de cada uma das técnicas selecionadas.

Metodologia:
Serão estudadas, no mínimo, 55 ferramentas de gestão que constam a seguir:

5W-2H (What, Who, Where, When, Why and How, How Much it Costs).
7 Ferramentas do Planejamento da Qualidade – Kaoro Ishikawa (7 FPQ)  (ISHIKAWA, 1982; SAS INSTITUTE INC, 1990)
7 Ferramentas do Planejamento da Qualidade (7 FCQ).
Administração Visível ou Gestão por Perambulação.
Amostragem.
Análise Crítica.
Auditoria.
Avaliação Invertida.
Benchmarking (SARRIÉS, 2015).
Brainstorming – Brainwriting.
Célula Autogerencial ou Célula de Trabalho ou Unidade Gerencial Básica.
Círculo de Controle da Qualidade (CCQ).
Controle Estatístico de Processos (CEP).
Data Mining – Data Crunching.
Define, Measure, Analyze, Improve and Control (DMAIC).
Delineamento Ótimo de Experimentos - DOE (MONTGOMERY, 1991).
Diagnóstico de Clima Organizacional.
Endo marketing.
Failure mode and effects analysis / Failure Tri Analysis (FMEA/FTA).
Fluxograma.
Gravidade, Urgência, Tendência (GUT).
Grupo de Kaizen.
Hoshin Kanri - Sistema de Gerenciamento pelas Diretrizes – GPD.
Key Performance Indicators.
Lean Production (Just in Time).
Mapas de Processos.
Mapas Estratégicos.
Mapas Mentais.
Mapas Táticos.
Metrologia (CONGRESSO SUL-AMERICANO DE METROLOGIA, 1999).
Multivotação.
PDCA (Plan Do Check Act).
PERT/CPM (Program evaluation and review technique), (Critical Path Method).
Pesquisa de Mercado.
Pirâmide Maslow.
Plano de negócios.
Poka Yoke – Procedimentos Robustos ou à Prova de Erros.
Política Básica (missão, visão e valores).
Postura de Atendimento.
Procedimentos Operacionais e Instruções de Trabalho (PO – IT).
Programa de Educação para a Qualidade.
Qualidade de Vida dos Colaboradores da Organização Mundial de Saúde (OMS).
Quality function deployment (QFD).
Relatório de Não Conformidade (RNC).
Reunião Relâmpago.
Root Cause Analysis (RCA).
Simulação – Otimização Computacional.
Sistema Ringi de Negociação (Meta e -Método).
Sistemas de Informação (TURBAN, RAINER, POTTER, 2007)
Sistemas de Liderança XY de Douglas McGregor.
Standardized Do Check Act (SDCA).
SWOT (Strenght Weakness Opportunities Threats).
Testes de Hipótese (Inferência Estatística Indutiva).
Total Preventive Maintenance (TPM).
Workshop, Prestação de Contas de Planejamento (Reforço Positivo/Negativo, Ruptura e Punição).
Workplace Organization Method (5S – 10) (VICINO et al. 1999).

Cronograma:
Primeiro quadrimestre: Estudar em profundidade o Sistema Toyota de Gestão e a Norma ISO 9001.
Segundo quadrimestre: Pesquisar ferramentas e estruturas comuns aos dois sistemas.
Terceiro quadrimestre: Aplicar as ferramentas selecionadas em uma organização, como estudo de caso.


Resultados Esperados:
- Seleção de, no mínimo, cinco ferramentas que contribuam significativamente para a competitividade das organizações.
- Elaborar um procedimento de gestão para implantação dessas ferramentas.
- Relatório de análise crítica da implantação de cada ferramenta.
- Capacitação profissional do candidato na área de Gestão pela Qualidade Total e Certificação Internacional da Qualidade.

Bibliografia:
CONGRESSO SUL-AMERICANO DE METROLOGIA, 2, Foz do Iguaçu, 9-11 agosto 1999. Anais, Foz do Iguaçu, Paraná Metrologia, 1999. 205 p.
INTERNATIONAL ORGANIZATION FOR STANDARDIZATION. 2015. ISO 9000 – Quality Management. http://www.iso.org/iso/iso_9000.
ISHIKAWA, K.  Guide to quality control. Tokyo: Kraus Asian Productivity Organization, 1982. 221p.
LEE, S.T.; MUTHUSAMY, K.; KANTHEN, H. ISO 9000, Six-Sigma or Toyota Production: Are they Complementary or Contradictory to One Another. The 2011 Fall National Conference of Operations Research Society of Japan.
LIKER, K.; MEIER D. O Modelo Toyota, Manual de Aplicação. Porto Alegre: Bookman, 2007. 432p.
MONTGOMERY, D.C. 1991. Introduction to Statistical Quality Control. New York. John Wiley & Sons Inc., 674p.
OAKLAND, J.S. (Tradução PEREIRA, A.G.).  1994.  Gerenciamento da Qualidade Total.  São Paulo.  Nobel, 501 p.
SARRIÉS, G.A.; VICINO, S.R.; REYES, A.L.  2015.  Qualidade Total e Certificação Internacional da Qualidade na Internet. CAPES e Pró-Reitorias de Graduação e Pós-Graduação da USP. 2015.Piracicaba.  ESALQ/USP. http://www.esaq.usp.br/qualidade. 212p.
SARRIÉS, G.A. Benchmarking na Agricultura. In: ESALQ (on line). Piracicaba: ESALQ. CIAGRI, 2015. Available from http://www.esalq.usp.br/bentevi
SAS INSTITUTE INC. SAS/QC Guide for Personal Computers. 1990. Cary, NC. 540 p.
VICINO, S.R.; SARRIÉS, G.A.; FERNANDES, E.A.N.; MACHADO, P.F.; PEREIRA, A.R. Qualidade e metrologia para laboratórios de análise de leite: uma proposta. In: Congresso Sul-Americano de Metrologia, 2. Foz do Iguaçu, 9 a 11/08/99. Anais. Foz do Iguaçu: Paraná Metrologia, 1999. p. 154-157.

TURBAN, E. & RAINER, R. K. & POTTER, R. E. Introdução a Sistemas de Informação uma Abordagem Gerencial. São Paulo: Editora Campus. 2007, 457p.

Sobre bibliografia



Tem bibliografia no programa da Pratica Profissionalizante (PP). Essas são fontes que eu utilizo, espero que não se restrinjam a elas. Eu dependo de vocês para me atualizar, e vocês estão na maior biblioteca do mundo, e a mais atualizada, a Internet.
Eu coloquei as fontes nos slides, no slide show que coloquei no blog, estão em letra pequena. Gostaria que vocês colocassem as suas referencias nas anotações dos slides, eu irei fazer a mesma coisa.
Abraçao!

Oi Gente, estou compatibilizando os horários


Oi Gente, estou compatibilizando os horários de aulas e dos alunos da pratica profissionalizante. Me atribuíram aulas, na USP, segundas, quartas e sextas à noite, ministro 3 disciplinas de graduação e uma de pós-graduação todas as semanas, são aulas presenciais, gratuitas. Se alguém quiser assistir às aulas tenho vagas.
As disciplinas são:
·       Segundas das 20:50 a 22:30 à Gestão, Certificação Internacional, Competitividade de Ciência de Dados (graduação);
·       Quartas das 14 as 17:30 à Estatística e Metrologia para Gestão e Pesquisa (pós-graduação)
·       Quartas das 20:50 as 22:30 à Sistemas de Informação, Inteligência e Competitividade (graduação)
·       Sextas das 20:50 a 22:30 à Gestão, Certificação Internacional, Competitividade e Mercado de Trabalho (graduação).

Em função do exposto, estou redefinindo os horários de interação:
·       Quintas:
o   15:30 – 16:30
o   21 – 23
·       Sextas:
o   15:30 – 16:30
·       Sábados:
o   17:15 – 19:15
·       Domingos:
o   21 – 23 (começa amanhã)


Um abraço!
Gabriel.

Ajuda Exercício 1

TQM | Total Quality Management Lecture | Animation Video




https://www.youtube.com/watch?v=gwHngq4Bw0w


https://www.youtube.com/watch?v=R1CiN6esbkU